Li recentemente, na revista Páginas Abertas (Editora Paulus Ano 34 nº30, 2009) uma entrevista realizada por Carolina Piepke com Rosemary Jimenez, graduada em Pedagogia, especializada em Psicopedagogia, Neuropsicologia e Psicanálise.
Transcrevo abaixo um trecho muito relevante para o nosso trabalho (grifos meus):
"Convivemos com afetos, sentimentos e emoções o tempo todo. A idéia de que seria possível realizar uma cisão entre razão e emoção, postulada por Descartes, na prática, não é bem assim que acontece. Somos influenciados por situações da vida cotidiana, seja na família, na escola ou até na relação com os amigos, e respondemos, de alguma forma, àquilo que aconteceu, não só com o nosso pensamento (razão), mas principalmente com as nossas emoções, parte indispensável da nossa vida racional.
Dessa forma, a criança que presenciou um desentendimento entre os pais, sofreu maus-tratos ou até viveu a perda de um animal de estimação certamente fará uma leitura dessas experiências, sejam elas boas ou ruins; porém, tais vivências sempre terão um sentido.
Sendo assim, é impossível não carregarmos nossas tristezas, medos, dúvidas entre outros sentimentos. É impossível deixar de fora dos muros da escola tudo o que se vive em casa. Penso que uma boa forma de caracterizar esses alunos seja vê-los como alguém que está precisando de auxílio. Há várias maneiras de manifestar um pedido de ajuda quando não se consegue verbalizar aquilo que se sente: sintomas como desantenção, desinteresse pelos estudos, agressividade verbal ou física, dificuldades na aprendizagem e na relação social, todas essas são demonstrações que a criança utiliza para ser vista de alguma maneira."
No Kidpower Brasil trabalhamos as relações sociais, entre pais e filhos, entre colegas, alunos e profesores através de atividades que estimulem habilidades simples como por exemplo, aprender a verbalizar seus sentimentos, a escutar o próximo e a criar uma cultura de respeito, a todos que buscam sentir-se seguros física e emocionalmente.
Transcrevo abaixo um trecho muito relevante para o nosso trabalho (grifos meus):
"Convivemos com afetos, sentimentos e emoções o tempo todo. A idéia de que seria possível realizar uma cisão entre razão e emoção, postulada por Descartes, na prática, não é bem assim que acontece. Somos influenciados por situações da vida cotidiana, seja na família, na escola ou até na relação com os amigos, e respondemos, de alguma forma, àquilo que aconteceu, não só com o nosso pensamento (razão), mas principalmente com as nossas emoções, parte indispensável da nossa vida racional.
Dessa forma, a criança que presenciou um desentendimento entre os pais, sofreu maus-tratos ou até viveu a perda de um animal de estimação certamente fará uma leitura dessas experiências, sejam elas boas ou ruins; porém, tais vivências sempre terão um sentido.
Sendo assim, é impossível não carregarmos nossas tristezas, medos, dúvidas entre outros sentimentos. É impossível deixar de fora dos muros da escola tudo o que se vive em casa. Penso que uma boa forma de caracterizar esses alunos seja vê-los como alguém que está precisando de auxílio. Há várias maneiras de manifestar um pedido de ajuda quando não se consegue verbalizar aquilo que se sente: sintomas como desantenção, desinteresse pelos estudos, agressividade verbal ou física, dificuldades na aprendizagem e na relação social, todas essas são demonstrações que a criança utiliza para ser vista de alguma maneira."
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Saiba mais sobre os workshops oferecidos entrando em contato conosco através do nosso e-mail:
kidpowerbrasil@gmail.com
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